segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

10 dias úteis


Dia 14 de Dezembro  de 2013 visitei um site muito famoso no Brasil pelos seus produtos de marca e de qualidade.  Efetuei, online, a compra de um produto que há muito eu queria dar de presente para uma pessoa. Após a compra, ou melhor, o último clique do processo de compra, é possível ler a seguinte mensagem, ou mais ou menos assim: “compra efetuada com sucesso. Aguarde, em até 24 horas, um e-mail confirmando o pagamento”. Isso porque fiz a compra utilizando um cartão de crédito, no total de 3 parcelas. O produto, após a confirmação de pagamento, era pra  chegar em minha casa em até 3 dias úteis.

ERA APENAS O INÍCIO DO INFERNO.

Passou-se as 24 horas e nenhum e-mail eu recebi. Esperei mais um dia (aquele dia que você tem de tolerância psicológica). Passou-se mais 48 horas, depois mais 48... Só sei que no dia 18 entrei no site, no meu ambiente virtual, e vi que o status da compra estava apenas como “compra efetuada”, quando na verdade deveria estar “enviado para entrega”, ou algo assim. Me estressei. Liguei pra lá. Pedi para cancelar o pedido: SURPRESA: Eles não conseguiam ver no sistema deles a minha compra. Muito menos a minha conta. RESPOSTA: falha no sistema. O QUE FICOU RESOLVIDO:  quando o sistema voltasse ao normal, eles cancelariam meu pedido, não havendo o risco de vir fatura me cobrando e muito menos o produto, para minha residência. ACREDITEI TRANQUILAMENTE “NELES”. Errei feio. MAIS UM DETALHE: resolvi comprar o mesmo produto em outra loja virtual, a qual não me trouxe problemas.

Mais de 1 mês após a minha compra na empresa da “falha do sistema”, dia 15 de janeiro de 2014, entrei no ambiente virtual desta loja online e obtive uma surpresa desagradável: o produto havia sido enviado para o meu endereço. Liguei  urgente para a empresa, que me passou a seguinte instrução: “Marcos, não aceite a mercadoria, recuse-a no AR (Aviso de Recebimento), que assim que o produto retornar para a nossa empresa, encaminharemos o reembolso. Fiquei tranqüilo. Dia 17 o produto chegou e eu recusei. Pelo sistema online vi que o produto chegou na empresa novamente em 20/01/2014. Esta empresa tem um atendimento online, o qual utilizei: em 21/01 perguntei como fariam meu reembolso. Eles pediram o número da minha conta corrente, na qual depositariam o valor integral da compra em até 10 dias úteis. Ok. Porém, ao passar o número da conta, errei um dígito (assumo, tosquice minha). No dia 01/02/2014 fiz contato online e informei sobre o erro. MAIS UMA SURPRESA DESAGRADÁVEL:  o prazo de 10 dias úteis recomeçaria a ser contado a partir do próximo dia útil, 03/02/2014. Meio que “abandonei” a causa e esqueci do problema. AINDA COM CONFIANÇA NA EMPRESA.  

Dia 14/02/2014, no último dia do prazo para o reembolso, fui ao banco e conferi o extrato: nada havia entrado, da referida empresa, na minha conta. Fiz mais um contato online com a empresa, e esta me disse que o pagamento foi agendado para o dia 11/02/2014, para cair na conta até dia 13/02/2014. Ou seja, já era para estar na minha conta. Mas não havia nada no extrato. Então me mandaram entrar em contato com meu Banco. Entrei em contato, e eles me disseram que não detectaram nenhuma transação. Meu Deus! Quanto sofrimento! Então, no mesmo dia, 14/02/2014, entrei novamente em contato com a famosa empresa, e esta ficou de me enviar, por e-mail, o comprovante de reembolso feito na minha conta. Mas receberei o e-mail somente lá pelo dia 28/02. Por  que? Porque o prazo é de 10 dias úteis.

Por Marcos Evaldt

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Mente vazia, oficina do diabo



Aconteceu comigo... 2 meses (60 dias certinho mesmo) para fazer algo, mas até agora, depois de 40 dias, nada foi feito. Nem começado.

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Entenda o caso: de meados de dezembro a meados de fevereiro estende-se as férias da faculdade a qual estou frequentando. Prevejo que neste semestre, 2014/01, duas, das seis cadeiras nas quais me inscrevi, serão, digamos, terríveis. Por isso resolvi pegar, no início das férias, dois livros sobre essas duas cadeiras, e a pretensão era lê-los nestes 60 dias de vacância. Mas, como informado anteriormente, nenhuma página foi lida até agora.

Trabalho durante o dia, 8 horas por dia, mais precisamente, e à noite eu... Bom, nem sei dizer o que eu faço, não lembro. Talvez a expressão mais apropriada seria: “fico de bobeira”. E ficar de bobeira já vi que realmente é um perigo. 2013 foi um ano de muita exigência e cansaço mental: curso superior novo, muitos estudos para vários concursos, tudo isso somado a muito trabalho no meu emprego. Ai chegam as férias noturnas e eu dou uma relaxada, até me entendo, me perdoo por isso. Porém, aviso: que isso jamais se repita!

Causas da não efetuação do planejado: horas e horas nas redes sociais; visitas a sites de curiosidades (bons textos até); tempo perdido com telejornais sensacionalistas; filmes online; vídeos humorísticos na internet; e uma carrada de etcéteras... Com isso, a conclusão já evidente na interpretação: mais tempo disponível pode não significar mais produtividade.

E que venha o melhor período do ano: de março a dezembro. Porque a mente vazia é a oficina do diabo.

Por Marcos Evaldt


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Juntos derreteremos

Você não suporta mais tanto calor? TAMO JUNTO!

Muitos mudam suas vidas no verão. Refiro-me aos muitos que possuem um pouco mais de sorte, ou que contaram mais cedo com ela.

Eu não mudo minha vida no verão. Continuo dormindo e acordando no mesmo horário, trabalhando (como nas outras estações), terminando expediente no mesmo horário, comendo, bebendo, correndo, jogando, etc., etc., e etc. E é nesta NÃO mudança que sustento minha humilde lamentação no dia de hoje, pois, depois de mais um dia de serviço NORMAL,  me sinto mais acabado do que se jogasse 3 partidas de futebol seguidas. MOTIVO: calor insuportável! Sensação térmica de 80 °C!!!! Nenhum vento soprando; nenhuma nuvem no céu; sol torrando, literalmente; corpo suando parado na sombra; ventilador jogando-me mais bafo quente na cara; olhos pesados; desconfortos corporais dos mais variados tipos... 

Não que eu odeie o verão, muito pelo contrário: no inverno, principalmente em épocas de geada, lembro com saudade dos momentos estivais (de verão) felizes: tomar um bom sorvete e banho de rio, igualmente uma boa cerveja ou refrigerante; usar roupas curtas; ver as praias cheias, etc.  Porém, devido a meus compromissos atuais, e com exceção dos finais de semana, não posso usufruir, quando e onde quiser, da totalidade dessa magia que o verão proporciona. E nos dias úteis? Bom, nos dias úteis eu fico penando. Mas as coisas vão mudar. São obrigadas a mudar! Ou o clima muda ou EU mudo. Bom, neste caso é melhor eu ir me preparando para mudanças pessoais.


Por Marcos Evaldt

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Maconha no Uruguai

Muito se falou nos últimos meses sobre o uso e venda legalizada de maconha no Uruguai. Muitos posicionaram-se e ainda posicionam-se contra; outros muitos estão a favor desta política uruguaia. 

Como será esta liberação? Quais serão os seus limites? Hoje, em 11/12/2013, falta apenas a sanção do presidente uruguaio José Mujica.

Abaixo estão algumas reportagens de reconhecidos sites que falam a respeito do tema. Vamos ler e saber do que realmente se trata, antes de sairmos por ai falando bobagens.


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

E daqui a 20 anos?


Telefone celular de amarrar na cintura; papiro; computador gigante; televisão em preto e branco; navio a vapor; Playstation 1; carro de boi; Power Rangers; Pokémon; Disquete; Orkut, MSN mensagens instantâneas; Skype; Twitter; Facebook. Muito disso tudo ainda existe, de uma maneira que se adaptou ao cotidiano atual. Muita coisa citada ainda existe em sua forma primordial, e quando vistas são sinônimo de nostalgia. Muitas, hoje, servem apenas como objeto de museu. 

E quanto às redes sociais? (como exemplo, os últimos 5 itens citados). O que acontecerá com elas? Para onde irão, para onde não irão? Se modificarão? Desaparecerão? 
Quanto ao exposto, é importante lembrar que estamos "engatinhando" no processo de "internetização", onde apenas em meados da primeira década do anos 2000 pudemos verificar uma expansão e utilização global mais intensa da rede mundial de computadores. 

Hoje nos achamos "os caras" quando nossos pais e avós falam de suas tecnologias juvenis (carro de boi, TV em preto e branco, etc.). Mas, em breve, seremos nós, por nossos filhos, os considerados "homens das cavernas" da era online inicial. 
Até onde a internet influenciará no nosso dia a dia? Tal influência será benéfica, maléfica ou, dependendo do modo de usar, as duas coisas? Como será a interação de pessoas nas redes sociais daqui a 20 anos, por exemplo? 

Olha, eu tenho curiosidade sobre o futuro, pois, se hoje nos impressionamos com a atualização diária de mecanismos da informática, o que será das nossas vidas, por exemplo, daqui a duas décadas? Esperemos para ver. 

Por Marcos Evaldt

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Dinheiro e felicidade


“O dinheiro não traz felicidade.” Este é um ditado que ouvimos constantemente nos nossos dias; portanto, ele é contraditório ao modo de vida capitalista vigente na maioria do globo. Ai vêm os praticantes do humor negro e perguntam: “certo, e  a pobreza, traz felicidade?” Sei lá, apenas acho que tem muita gente infeliz porque não consegue juntar uma boa quantia de grana. Apenas acho... É comum as pessoas relacionarem, frequentemente, felicidade com a quantia de dinheiro que possuem, e isto se torna compreensível, tendo em vista o atual e violento consumismo presente na maioria das nações. Por isso, para muitos, quanto mais dinheiro conseguir, mais felicidade se conseguirá também. Isto leva as pessoas a procurarem uma estabilidade financeira, que virá, consequentemente, com um emprego estável; para conseguir este emprego estável, as pessoas têm de estar preparadas para ingressar nos mesmos, ou até mesmo preparadas para conseguirem os empregos (que é o caso dos concursos públicos). A busca pela felicidade (dinheiro) está movendo o mundo. Este virou uma competição e, muitas vezes, para os mais "fracos", a afirmação de que “dinheiro não traz felicidade” soa como um consolo.

Mas ainda há muitos que acreditam que a felicidade não depende da situação financeira, e que cada um busca aquilo que acha que vai lhe fazer feliz. Se a felicidade, para estes, significar viver feliz com o que tem (ter pouca grana), então dinheiro não importará para a conquista da felicidade.

O dinheiro não traz felicidade... O ditado pode aplicar-se perfeitamente na prática no caso de um sujeito rico (de grana) ser muito infeliz e procurar a tal da felicidade na prateleira de um mercado: não encontrará felicidade à quilo.

O dinheiro não traz felicidade... Agora imaginemos um sujeito pobre de grana, que vive “matando cachorro a grito”, e mesmo assim sente-se muito infeliz (kkkkkk). No caso de este sujeito achar que com mais dinheiro ele será mais feliz, então podemos dizer que este é infeliz em dobro.

A felicidade é algo que buscamos e sonhamos materializá-la. Para muitos, a materialização se dá na conquista de muito dinheiro, para outros, a felicidade é encontrada em coisas bem mais simples e que nada têm a ver com grana. No fim, o que importará é a busca constante pela conquista dos nossos objetivos.

E pra você, o que é a felicidade? Como você procura ser feliz hoje? E no futuro? Lembre-se: depender de planos de saúde e transporte públicos podem não ser o motivo de sua felicidade futuramente, muito pelo contrário. 

Por Marcos Evaldt

sábado, 12 de outubro de 2013

Grenais de Maquiné

Sábado, 28 de Setembro de 2013.


Em pé (esq. p/ dir.): Anderson, Micael, Mateus e Tamar
Agachados (esq. p/ dir.): Marcelo, Laone e Eu.

Estes foram um dos meus companheiros de time dos grenais do "Olimpião" (carinhoso nome dado ao ginásio de esportes da cidade). Reunimos a gurizada de Maquiné que joga uma bolinha (que atualmente não são muitos, devido ao conforto da cadeira em frente ao computador) e pomos os gremistas de um lado e os colorados de outro: está feito o duelo! Geralmente os gremistas ganham. Neste duelo, por exemplo, o jogo foi dificílimo: muitos gols, e a vitória gremista se deu por uma diferença de 2 gols apenas. O importante, o lado positivo da vitória, é que foi facilmente percebida a união da equipe, o empenho mostrado em prol da vitória. O professor fez um bom trabalho e o mais importante alcançamos: os 3 pontos, que serão importantíssimos lá no final do ano (kkkkkkk). Os duelos não são todos os sábados; para que eles aconteçam, algumas coisas têm que dar certo: gurizada não sair em peso para festas, ninguém estar em velórios, não faltar goleiro nato para algum dos times, e mais algumas coisas que prejudicam o futebol varzeano. 
No mais, perdendo ou ganhando, o que vale é a parceria, a amizade, e é claro, uma boa gelada com os amigos depois dos jogos. 

Por Marcos Evaldt


Um pouco grosseiro

O presidente Jair Bolsonaro está meio descontrolado. Dizem que ele sempre foi, mas não possuo muitas provas. Ao dar a sua costumeira entr...